segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O que NÃO se deve falar para seu filho - até 5 anos.

Uma criança de até 5 anos é muito vulnerável ao o que os pais dizem e fazem, principalmente a mãe. Então devemos tomar cuidado pra não adiantar muitas coisas e não deixá-los angustiados com simples palavras.

- NUNCA fale mal do pai dele (por mais que você o deteste), a criança ama o pai e mesmo que não amasse, é o PAI DELA, a segunda pessoa mais IMPORTANTE. Falar mal do pai fará com que a criança se "feche" pra essa relação e isso tem consequências.
- NÃO deixe seu filho assistir cenas de violência (mesmo que seja um desenho animado, têm desenhos muito violentos), A CRIANÇA FAZ O QUE ELA VÊ e se ela vê violência, ela vai querer fazer o mesmo, é bom evitar.
- Uma criança até 5 anos NÃO TEM CAPACIDADE pra entender a morte, ela sabe mais ou menos o que é, mas não tem esse "peso", é mais tranquilo, a criança acha que depois que alguém morre, ela pode voltar a vida. NÃO É BOM que os pais digam pra ela que isso é mentira, ela não é capaz de entender que a morte é definitiva e se os pais insistirem em colocar isso na cabeça da criança, ela se sentirá angustiada.
- A criança NÃO ENTENDE de onde ela veio (nascimento), os pais devem ESPERAR a criança perguntar, é completamente errado a mãe contar como foi antes da dúvida da criança, ANTES DE QUALQUER COISA, A CRIANÇA DEVE TER A DÚVIDA E SÓ DEPOIS OS PAIS EXPLICAREM, contar antes só vai deixar a criança confusa.
- Não chame a criança com apelidos ruins, mesmo que seja no momento da raiva, é COMPLETAMENTE ERRADO, pois a personalidade é formada mais ou menos nessa idade e se você a chama de "Idiota, besta, burro", a criança vai crescer achando que realmente é tudo aquilo.

Espero que tenham gostado!

Importado da MAG :)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Como instalar a cadeirinha / bebê conforto no carro

http://www.youtube.com/watch?v=cgYgZGp5dLc


http://www.youtube.com/watch?v=ZCgbIvDw_Ik&feature=related

Esses dois vídeos explicam, é LEI o bebê está no bebê conforto ou cadeirinha!
Segurança em primeiro lugar, né?

Sinais de Trabalho de Parto (TP)

Alguns indícios indicam que o momento está próximo, entretanto eles podem variar de mulher para mulher. Mas, de maneira geral saiba quais são os principais sinais que o trabalho de parto vai começar.
Na maioria das vezes ele costuma se iniciar na forma de cólicas, de acordo com ginecologistas esse é o início do processo em 60% das mulheres. O vazamento do líquido da bolsa também é bastante comum, ocorre em 20% das gestações, isso acontece porque a mesma se rompe. Outro sinal que costuma aparecer em alguns casos é um pequeno sangramento, que pode ser também um sinal de largada. Mas, ainda há aquelas que não sentem praticamente nada, isso ocorre em 2% dos casos.

Mas, devido a ansiedade que aumenta a cada mês que se passa, especialmente na primeira gravidez, as mulheres podem não saber interpretar alguns desses sinais e terminam por não saber se realmente é a hora de pegar as malas e correr para a maternidade. As contrações, por exemplo, que são os sinais mais comuns de que o trabalho de parto está tendo início podem aparecer na forma de cólicas, que é o indicio que mais confunde as gestantes. Isso acontece porque nos últimos meses de gravidez a mulher costuma sentir um certo desconforto, já que possa estar um pouco inchada, sentindo mais o peso do bebê, que começa a encaixar na pelve. Tudo isso pode fazer com que a mamãe confunda pequenos mal estares com as cólicas.
Por isso, é que a grávida desse perceber se as contrações são regulares, se a intensidade aumenta e o intervalo entre elas diminui. Pois, com essas características as contrações são mesmo sinal de trabalho de parto. 

Para tirar as dúvidas, o líquido amniótico tem um odor bem diferente do da urina, e sua coloração é como água de coco. Mas, o mais importante é ter muita calma nessa hora quando os sinais de trabalho de parto começarem a se manifestar, pois é só em filmes e, em casos raros que os bebês nascem antes que a mamãe consiga chegar à maternidade. 


Lembrando que contrações de trabalho de parto duram entre 45 a 90 segundos, e com intervalos regulares ( 30 em 30, 15 em 15, 5 em 5 ....)

Contração irregular e de 20 segundos não é TP.

Muitas cometem o erro de confundir pródromos com trabalho de parto.
A hora ideal de ir a maternidade é quando as contrações estiverem de 3 em 3 minutos.

Retirado da comunidade Mães Adolescentes - Gravidez (MAG)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Andador: Um atraso na vida dos bebês

Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento - é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.

Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.
Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.
O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.
Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.


Falsa liberdade - A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.
Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.
Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.

Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.
De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.
O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.




Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam "sentadas". Os andadores "modernos" são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição.

Cesárea ou Parto Normal?

Um é evento; outro é processo.
Um é conhecido; outro é insondável.
Um é previsível; outro toma de assalto.
Um é massificado; outro é exclusivo.
Um deixa marca visível na pele; outro deixa marca invisível na alma.
Um é voz passiva; outro é voz ativa.
Um é descrito; outro é mistério.
Um é fazer a minha vontade; outro é submeter-me à vontade de alguém.
Um é comandar; outro é deixar-se levar.
Um é pressa; outro é paciência.
Um modifica; outro transforma.
Um é escolha própria; outro é deixar outro escolher.
Um corta; outro se abre.
Um é ordinário; outro é extraordinário.
Um é cirúrgico; outro é normal.

VIVA O PARTO NORMAL!
(Carmem Cecília)

Como funciona uma Cesárea?

Definição

Cesariana é uma operação abdominal executada para retirar um bebê quando o parto vaginal não é possível ou seguro. O médico faz um corte no abdômen e no útero da mãe para remover o bebê.

Este procedimento também é chamado C-secção. Nos E.U.A. de 15 a 25% de todos os partos são cesarianas.

Quando é realizada uma cesariana?

A cesariana pode ser realizada antes do início do trabalho de parto se existirem razões médicas para que não haja trabalho de parto ou parto vaginal. Por exemplo, se a saúde da mãe ou do bebê estiver em perigo caso a gravidez prossiga ou quando o parto vaginal é impossível ou inseguro.

Uma cesariana também pode ser realizada no início ou durante o trabalho de parto caso alguns problemas aconteçam. Por exemplo, se no momento do parto a parte mais baixa do bebê, isto é, a primeira parte do bebê que se apresenta, for a face, a testa, os ombros ou as nádegas em vez da cabeça, uma cesariana é normalmente necessária.

Em muitas mulheres durante o trabalho de parto, o colo uterino começa a dilatar e então para antes que esteja completamente dilatado. Ocitócitos podem ser dados para que as contrações fiquem mais fortes. Apesar desta droga, às vezes, algumas mulheres não têm dilatações completas e não podem ter partos vaginais. Outras mulheres apesar de terem dilatação completa são incapazes de empurrar os bebês eficientemente através do canal de parto para que haja um nascimento seguro. Isto ocorre se o bebê é grande para o canal de parto da mulher. Uma cesariana pode ser realizada nestas situações.

A qualquer momento do trabalho de parto o bebê pode desenvolver problemas que causem a queda de seus batimentos cardíacos. Isto pode indicar que o bebê não tolera mais o trabalho de parto e uma cesariana pode ser necessária. 

Como deve ser a preparação para uma cesariana?

Planeje com cuidado a recuperação depois da operação, especialmente se for usar anestesia geral. Permita-se um tempo de descanso e tente achar outras pessoas para ajudá-la com seus afazeres diários.

Siga as instruções dadas por seu médico. Se optar por anestesia geral, coma uma refeição leve, como sopa ou salada, na noite anterior à cirurgia. Não coma ou beba qualquer coisa depois de meia-noite e na manhã antes do procedimento. Também não beba café, chá, ou água. Se entrar em trabalho de parto, chame o médico.

O que acontece durante o procedimento?

É aplicada uma anestesia que pode ser local ou geral. A anestesia local paralisa parte do corpo e previne a sensação de dor enquanto permanecer acordada. A anestesia geral relaxa os músculos, causa sonolência e também impede que sinta dor.

O médico faz um corte debaixo do umbigo e na parte mais baixa do útero para remover o bebê, a placenta e o saco gestacional. O médico então sutura o útero e o abdômen. 

O que acontece depois do procedimento?

Deve ser necessária a permanência no hospital de 2 a 4 dias, dependendo de sua condição.
Evite levantar peso durante 6 semanas e depois deste tempo comece um programa de exercício para recuperar o tônus do músculo abdominal.
Peça mais recomendações ao seu médico e pergunte a respeito da próxima avaliação clínica.

Quais são os benefícios deste procedimento?

Cesarianas podem salvar vidas de recém-nascidos e suas mães e prevenir as complicações potenciais de um parto vaginal demorado. Cesarianas podem ser mais seguras para você ou para o bebê quando:

- O trabalho de parto é anormal ou ineficaz.
- O bebê está em uma posição anormal.
- O bebê está tendo padrões de batimentos cardíacos anormais.
- Existe cicatriz vertical em seu útero proveniente de uma cirurgia prévia. 

Quais são os riscos associados a este procedimento?

- Existem alguns riscos quando você usa anestesia geral. Discuta estes riscos com seu médico.
- Um anestésico local pode não agir o suficiente e pode sentir um pouco de desconforto. Também, em casos raros, pode ter uma reação alérgica ao medicamento usado na anestesia. Na maioria dos casos, a anestesia local é considerada mais segura que a anestesia geral.
- Um vaso sanguíneo pode se romper ou ser cortado e haver sangramento interno.
- Um coágulo sanguíneo pode romper dentro da circulação sanguínea, e danificar os pulmões.
- O corte realizado na cesariana pode enfraquecer as partes cortadas.
- Para qualquer nascimento futuro pode ser necessária outra cesariana, dependendo de como o corte na primeira cesariana tenha sido feito.
- Pode desenvolver-se uma infecção ou sangramento.

Pergunte ao médico como estes riscos se aplicam a você.

Quando procurar ajuda médica?

Se acabou de ser submetido a uma cesariana, chame o médico imediatamente se:

- Desenvolver-se febre.
- Ficar tonta ou desmaiar.
- Tiver náuseas ou vômitos.
- Tiver falta de ar.
- Tiver perguntas sobre o procedimento ou seus resultados.


Alguns vídeos de como é feito todo esse procedimento.
Se você tem 'estômago fraco', não gosta de ver sangue, não abra!


A cesárea pode ser feita de forma humanizada, assim como no parto normal. Pena que os médicos não fazem muito isso :/


Pq NÃO dar água ao bebê que mama LM exclusivo

Pq não dar água ao bebê menor de 6 meses?

Dar água para um bebê que tem menos de seis meses é desnecessário e pode até mesmo ser perigoso!
Crianças que são amamentadas, freqüentemente, recebem grande quantidade de água através do leite materno. Aproximadamente 90% do leite materno é formado por água!

O risco de infecções nos bebês é muito aumentado se ele recebe água. O risco de introduzir bactérias e outros patógenos é tremendamente aumentado com o uso da água (ou qualquer outra coisa além do leite materno) nesse período. A contaminação pode vir pela própria água ou dos utensílios usados para dar água ao bebê (chuquinhas, mamadeiras, copos etc.).

Crianças que não são exclusivamente amamentadas tem maiores taxas de diarréia e outras doenças que crianças exclusivamente amamentadas. Apenas a água encontrada no leite materno é pura o suficiente para os bebês pequenos.
Se tomar água, o bebê será menos nutrido do que deveria. Leite materno contém agentes anti-bactérianos e anti-virais, que agem como uma primeira imunização do bebê. Se a água substitui o leite materno em alguns momentos, a criança não vai receber o máximo de proteção que iria se fosse apenas amamentado.

A produção do leite materno pode diminuir. O suprimento do leite materno depende principalmente da demanda do bebê. Se o bebê está recebendo água e sugando menos, a mãe vai produzir menos leite. 

Dar água ameaça a proteção contraceptiva da amamentação. A criança que bebe água sente-se mais "cheia" e consequentemente vai sugar menos. A mamada frequente é necessária para uma efetiva proteção contraceptiva, portanto, a mãe não estará protegida de uma outra gravidez pelo mesmo tempo que estaria se ela não desse a água ao bebê.

Se uma criança tem diarréia leve, amamente mais frequentemente. Se tem uma diarréia moderada ou severa, amamente mais frequentemente, mas também dê reidratação oral.

Lembre-se: à criança normal não deve ser oferecido nada além do leite materno nos seis primeiros meses. Se a mãe pensa que seu bebê tem sede, ela deveria beber mais água e amamentar mais frequentemente!

OU SEJA, apenas peito.
Se der água, você não contribui para nada já que água, o bebê vai receber aos montes pelo peito.
Pondo água apenas, você toma lugar da nutrição natural do peito e pode acarretar em menos sucção. Menos sucção = menos produção.


AMAmente!

[Por Ana - GVA] 

Como armazenar o Leite Materno

Vi na MAG tb e achei importante postar já que tem mamães que precisam trabalhar/estudar e deixam o LM pros pequenos...


1. Coletar o leite em recipiente de vidro, de boca larga e esterilizada.

2. Para armazenar o leite coletado, utilizar preferencialmente, vidros transparentes com tampas plásticas resistente ao calor, para que possam ser esterilizadas em água fervente durante mais ou menos 20 minutos.

3. Identificar os frascos com o dia que foi feito a coleta.

4. Armazenar por um período de 24 hs na geladeira, 15 dias no congelador ou no freezer.

5. Estando o leite pasteurizado, pode ser armazenado por 6 meses no freezer.

6. Antes de oferecer ao bebê:

a. Retirar do freezer e descongelar em banho-maria, não deve ser deixado em temperatura ambiente. Manter após descongelado em geladeira por até 24 horas. Atenção: não congelar este leite novamente – a sobra após 24 horas na geladeira deve ser desprezada.

b. Antes de retirar a quantidade a ser oferecida ao bebê, em cada mamada, agitar bem o frasco para completa mistura dos diversos componentes do leite.

c. Aquecer o volume a ser oferecido para o bebê, em banho-maria, fora do fogo - nunca ferver o leite (apenas para “quebrar o gelo”).



Fonte:Site da Sociedade Brasileira de Pediatria





Para descongelar o leite 

- descongele lentamente deixando-o no refrigerador na noite anterior (o calor excessivo destrói enzimas e proteínas);
- agite o recipiente com leite em água quente, não fervendo;
- descongele a quantidade total, já que as gorduras se separam ao congelar;
- nunca use o microondas;
- depois de descongelado use-o dentro de 24 horas.

Fonte: Wellstart International - Milk storage guidelines for hospitalized infants
Tradução: Marcus Renato de Carvalho


*Alguns itens foram inseridos, tais como a observação referente aos prazos de armazenamento e referente à expressão "bebê normal".







Instruções para juntar leite fresco ao leite refrigerado

Bebê normal (leia-se: nascido à termo) - esfrie bem o leite antes de juntá-lo ao ordenhado anteriormente. Pode-se misturar com leite extraído durante um
período de 24 horas.

Bebê prematuro ou doente - não se recomenda misturar leites. Use um recipiente separado para cada ordenha.


Recongelar

Não se recomenda, uma vez que o leite tenha sido total ou parcialmente descongelado. Por esta razão é melhor esperar para congelar o leite em seu destino final.

Reutilização da porção que o bebê não terminou
(Leite morno antes de oferecê-lo ao bebê)

Bebê normal - permite-se somente uma vez, se o leite for esfriado entre cada alimentação. Não use o leite que ficou no copo, porque a saliva pode contaminá-lo.

Bebê prematuro ou doente - não se recomenda. 

'Significado' do choro do bebê

Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não cessam com carinhos somente quando estiver satisfeito.

Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.

Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraquinho e estridente.

Cólica: choro agudo e intenso, normalmente leva a criança a esticar e encolher as perninhas, tremer o queixo e fazer cara de dor.

Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.

Excesso de estímulo ou irritação: é um choro meloso que ocorre ao fim de um dia movimentado.

Sono: criança agitada e com choro nervoso.

Emocional: choro geralmente é acompanhado de soluços, como se o pequeno estivesse meio "engasgado" de raiva ou brabeza.

Elimine cada opção até chegar em uma que acalme seu bebê. Se o choro persistir, o bebê pode estar com febre ou com alguma dor. Não ofereça remédios sem orientação médica. Procure o pediatra do seu filho e com ele descubra o que o pequeno tem. 


Dicas

0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.

3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.

6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro. 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Shantala

A idéia é fornecer o que é fundamental para as crianças: contato, amor, carinho. Através da comunicação entre a mão e a pele (e mãe e filho), feita silenciosa e atentamente, como exige toda prática corporal, surge um novo relacionamento, cheio de amor e alegria, onde o aperfeiçoamento e o cuidado se revelam, claros como o sol da manhã.
Existem livros, cursos e muitas informações sobre shantalla, mas o pouco que a gente consegue explicar são os príncipios básicos da massagem. A shantalla é um conjunto onde tudo interage e que você irá aperfeiçoar de acordo com sua sensibilidade. "O importante é o contato da mão da mãe com a pele do bebê" , conta Stephánie Sapin-Lignères, que ensina a técnica em seu curso de preparação para o parto.
A melhor hora para fazer a shantalla é antes da soneca matinal do bebê. Logo depois da massagem, você dará o banho. No verão, pode fazê-la ao ar livre, deixando a criança ao sol. A técnica pode ser iniciada quando o pequeno entra no segundo mês. Até então, eles são muito frágeis para ficarem longos períodos de tempo sem roupa.

Um aviso importante: a shantalla deve ser evitada se o bebê estiver com febre, resfriado, com disenteria ou infecções. Outro lembrete: entre o segundo e o terceiro mês, a criança só está acordada enquanto estiver com fome. Então, para você conseguir fazer a massagem, dê o peito apenas o suficiente para forrar o seu estômago e siga as demais instruções. Caso contrário, se ela estiver satisfeita, bem alimentada, irá adormecer logo em seguida, e você não poderá acarinhá-la com técnica.
Para começar

Sente-se no chão, com as pernas esticadas, costas eretas, ombros relaxados. Use óleos vegetais naturais amornados (de hamamélis, amêndoas ou camomila, por exemplo), para que não ocorram choques térmicos. Coloque o bebê sobre suas pernas, em cima de um impermeável, com uma toalha ou uma fraldinha. Vocês se olham. Você se concentra e esfrega um pouquinho do óleo nas mãos. A questão do ritmo, lento e constante, é importante. O que muda é a pressão dos dedos, que aumentará naturalmente. Os movimentos são feitos com firmeza, sempre de dentro para fora (do centro para as extremidades) ou de baixo para cima. Para completar, tente começar sempre pelo lado esquerdo e terminar do lado direito. Segundo os estudiosos da medicina oriental, este é o sentido da energia no corpo humano. Aviso às iniciantes: não se assustem com os gritinhos que a massagem provoca nos bebês – são de puro prazer.

1- Comece pelo peito, deslizando as mãos do centro para as laterais, como se estivesse alisando as páginas de um livro.


2- Em seguida, você vai cruzar suas mãos pelo peito saindo do quadril esquerdo do bebê e chegando ao ombro direito, e do quadril direito para o ombro esquerdo. Deixe suas mãos subirem como ondas, alternadamente.

3- O próxímo passo são os braços. Vire o bebê de lado, segure o ombro com uma das mãos (como um bracelete) e o pulso com a outra. Vá deslizando do ombro ao pulso e alternadamente as mãos sempre que se encontrarem. Não esqueça o ritmo.

4- A seguir, faça o mesmo com as duas mãos, indo do ombro em direção ao pulso. O movimento imita um rosca, com uma mão no sentido contrário da outra.

5- Antes de fazer o outro braço, massageie a mãozinha com os polegares. Alongue os dedinhos, dobrando-os para trás gentilmente. Repita com outro braço e a outra mão. Primeiro o esquerdo, depois o direito – este é o rumo da energia, explicam os teóricos da medicina oriental.

6- Coloque uma das mãos na base do peito e deslize em direção ao ventre, como se estivesse esvazindo a barriga do bebê. Repita várias vezes, alternando o movimento com a outra mão.

7- Depois, com a mão esquerda, segure os pés erguidos. Com o antebraço direito, vá deslizando desde o peito até o ventre.

8- Chegamos às pernas. Repita os mesmos movimentos dos bracinhos, deslizando da coxa aos tornozelos. Primeiro, alongue. Depois, massageie com as duas mãos, sempre uma em sentido contrário da outra.

9- Primeiro, os seus polegares vão massagear do calcanhar até os dedinhos. Depois, passe a palma da sua mão na sola do pezinho do bebê. Em seguida, repita os mesmos movimentos com a outra perna.
10- É a vez das costas. Vire o bebê de bruços, atravessado em seu colo, com a cabeça para o lado esquerdo. A massagem tem três tempos. No primeiro, você coloca suas duas mãos juntas, paralelas, na nuca do bebê, e vai deslizando até as nádegas, massageando para frente e para trás. As mãos vão e vêm, subindo e descendo, mantendo o ritmo, vagarosamente.

11- No segundo tempo, sustente as nádegas do bebê com a mão direita, enquanto a mão esquerda desliza da nuca ao bumbum, lentamente.

12- No terceiro tempo, segure os pezinhos com a mão direita mantendo as perninhas esticadas elevadas. Enquanto isso, a mão esquerda passeia da nuca em direção aos pés e recomeça mais uma vez.

13- Estamos quase no fim. Vire o bebê para massagear o rosto. A partir do meio da testa do bebê, deslize a ponta de seus dedos para os lados, ao longo das sobrancelhas. Depois, coloque os seus dedos entre os olhos e deslize pelas laterais das narinas. Para finalizar, contorne a boca e o maxilar em direção às orelhas.

14- Para liberar as tensões das regiões cervical e dorsal, da caixa torácica e a respiração superior, segure as mãozinhas do bebê e cruze os bracinhos sobre o peito, fechando e abrindo.

15- Para liberar as tensões das vértebras, em especial as lombares, segure um pé do bebê e a mão do lado oposto, cruzando braço e perna, de forma que o pé se aproxime do ombro e a mão da coxa oposta. Repita o movimento do outro lado.

16- Para relaxar as articulaçoes da pélvis e dos ligamentos com a base da coluna, segure os dois pés, cruzando as perninhas sobre a barriga do bebê. Em seguida, abra as perninhas, estenda e cruze novamente, invertendo a posição.


Benefícios da Shantalla


Aumenta a oxigenação dos tecidos e estimula o fluxo de energia pelo organismo. Favorecendo a respiração, ajudando o organismo a expelir toxinas e revitalizando o corpo.
A massagem também previne cólicas, prisão de ventre e insônia. Tem uma ação relaxante e melhora o humor. Atua diretamente sobre o desenvolvimento psicomotor.
Contribui para o contato afetivo e promove a harmonia do bebê com o mundo exterior.


Fonte: Guia do Bebê