Achei super interessante essa cadeira!
Imagina vc sentada e seu bebê deitadinho do lado? Um amooor!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Amamentação X Silicone
Do site meubebezinho.com.br
Ao contrário do que a maioria das mulheres pensa, seios com silicone podem permitir uma amamentação tão saudável quanto aqueles que não passaram pela operação.
O assunto, no entanto, é rodeado de verdades e mentiras e, para esclarecer as dúvidas mais freqüentes, convidamos o médico Naif Thadeu, especializado em cirurgia geral e cirurgia plástica, para falar sobre o tema.
O silicone prejudica a amamentação?
Não, os implantes de silicone utilizados corretamente pelos cirurgiões plásticos no aumento das mamas não prejudicam em nada a amamentação. Até porque todas as vias de acesso para a colocação dos implantes (periareolar, submamária, axilar, abdominal e umbilical), como todos os planos de escolha para o seu posicionamento definitivo (retromuscular, subfascial e retroglandular), já evitam qualquer agressão cirúrgica à glândula mamária.
Se não prejudica, pode afetar de algum modo a mulher?
Não, os implantes de silicone possuem uma barreira (externa) que separa o gel (interno) do organismo da mulher. Tanto essa barreira como o gel interno, tem sido desenvolvidos, nas últimas décadas, de maneira a cumprir todas as exigências dos órgãos de vigilância sanitária mundiais. Se isso não bastasse, o próprio organismo humano forma outra barreira orgânica em volta do implante, causando uma dupla proteção aos tecidos adjacentes. Todos os implantes utilizados oficialmente no Brasil vêm acompanhados de um certificado de autenticidade de procedência, com correspondente registro na ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) e um número de série único para cada implante.
Alguma outra cirurgia pode afetar a amamentação?
Sim, muitas cirurgias podem afetar a amamentação, bastando para isso que interfiram em qualquer mecanismo ligado tanto à produção como à excreção do leite. As mastectomias (retiradas das mamas por tumores), sejam parciais ou totais, podem interferir na amamentação. Outra possibilidade de interferência na amamentação é no caso das gigantomastias (mamas muito volumosas), quando as submetemos à mastoplastias redutoras. Nesses casos é possível necessitarmos de uma retirada de grande parte da zona produtora do leite, além de interrompermos a comunicação entre a pequena zona produtora remanescente com a papila mamária (antes chamada de mamilo).
O uso de prótese pode alterar o sabor?
Não, isso é um mito.
Ao contrário do que a maioria das mulheres pensa, seios com silicone podem permitir uma amamentação tão saudável quanto aqueles que não passaram pela operação.
O assunto, no entanto, é rodeado de verdades e mentiras e, para esclarecer as dúvidas mais freqüentes, convidamos o médico Naif Thadeu, especializado em cirurgia geral e cirurgia plástica, para falar sobre o tema.
O silicone prejudica a amamentação?
Não, os implantes de silicone utilizados corretamente pelos cirurgiões plásticos no aumento das mamas não prejudicam em nada a amamentação. Até porque todas as vias de acesso para a colocação dos implantes (periareolar, submamária, axilar, abdominal e umbilical), como todos os planos de escolha para o seu posicionamento definitivo (retromuscular, subfascial e retroglandular), já evitam qualquer agressão cirúrgica à glândula mamária.
Se não prejudica, pode afetar de algum modo a mulher?
Não, os implantes de silicone possuem uma barreira (externa) que separa o gel (interno) do organismo da mulher. Tanto essa barreira como o gel interno, tem sido desenvolvidos, nas últimas décadas, de maneira a cumprir todas as exigências dos órgãos de vigilância sanitária mundiais. Se isso não bastasse, o próprio organismo humano forma outra barreira orgânica em volta do implante, causando uma dupla proteção aos tecidos adjacentes. Todos os implantes utilizados oficialmente no Brasil vêm acompanhados de um certificado de autenticidade de procedência, com correspondente registro na ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) e um número de série único para cada implante.
Alguma outra cirurgia pode afetar a amamentação?
Sim, muitas cirurgias podem afetar a amamentação, bastando para isso que interfiram em qualquer mecanismo ligado tanto à produção como à excreção do leite. As mastectomias (retiradas das mamas por tumores), sejam parciais ou totais, podem interferir na amamentação. Outra possibilidade de interferência na amamentação é no caso das gigantomastias (mamas muito volumosas), quando as submetemos à mastoplastias redutoras. Nesses casos é possível necessitarmos de uma retirada de grande parte da zona produtora do leite, além de interrompermos a comunicação entre a pequena zona produtora remanescente com a papila mamária (antes chamada de mamilo).
O uso de prótese pode alterar o sabor?
Não, isso é um mito.
Chupeta
Até o dedo e o mordedor são mais recomendados do que a chupeta. Problemas ortodônticos, de fala e infecções são relacionados ao uso do acessório.
No quesito desenvolvimento infantil,chupeta é sinônimo de polêmica. Muitas crenças estão envolvidas no uso deste acessório: ela poderia reforçar a musculatura da boca do neném, acalmá-lo e até "ensinar" a sugar melhor o peito da mãe. Ela tornou-se algo cultural: as bonecas vêm com chupetas e algumas só param de chorar se o pedaço de plástico for encaixado em sua boca.
O pediatra Luciano Borges, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), desaconselha absolutamente esse acessório. "Durante séculos os bebês viveram sem chupetas e viveram bem. Algo que não é natural, não pode fazer bem às crianças", afirma o médico. Um dos grandes problemas se dá para a mãe: o movimento de sucção necessário para pegar a chupeta é diferente do movimento para sugar o peito. Isso pode causar uma "confusão de bico", na qual o bebê acaba sugando o seio de forma errada, podendo causar até fissuras no seio e correndo o risco de retirar menos leite do que necessita. "Muitas mães chegam aos consultórios dizendo que acham que seu leite está fraco e que o bebê vive faminto quando, na verdade, ele está sugando o leite inadequadamente", diz o especialista.
Além disso, o ato de chupar a chupeta pode fazer a criança engolir mais ar, causando gases e cólicas, ou uma infecção devido a germes na chupeta, que estão lá mesmo que ela seja limpa. "Há inclusive estudos que mostram que o plástico das chupetas poderia aumentar as chances de câncer", completa o médico. Outro fator negativo são os problemas ortodônticos que a chupeta pode causar: a arcada dentária se fecha, devido à subida do palato (empurrado pelo bico), ou os dentes ficam abertos, a boca seca, por conta da entrada constante de ar, facilitando o surgimento de cáries e o ar que entra pela boca contém mais impurezas, pois não é filtrado como aquele que entra pelo nariz, o que pode causar laringite, rinite ou sinusite. E esses deslocamentos dos dentes podem ainda causar problemas na fala.
Existe a crença de que a chupeta acalma o bebê. Isso também é mito, segundo o pediatra. "O bebê para de chorar, porque está entretido com a sucção, mas muitas outras coisas acalmam, como por exemplo, os doces, e não é por isso que os pais possam oferecer aos bebês chocolates e balas a todo o momento", afirma Luciano Borges.
Mas, afinal, o que fazer?
Qual é a saída prática para a hora do choro ou birra incontroláveis? Não existe solução prática, bebês exigem máxima atenção e não uma padronização de cuidados do tipo: "está chorando? Dá a chupeta que melhora!", diz o pediatra. Nos complicados casos de cólicas, vale tentar mudar a posição em que o bebê está deitado ou fazer o exercício de mexer suas perninhas em movimento de bicicleta. Amamadeira pode trazer os mesmos prejuízos, sendo assim, logo após parar de amamentar a criança (idealmente por volta dos dois anos) os pais devem oferecer o copo, no lugar das mamadeiras.
Muitos pais dão a chupeta quando o bebê está viciado em chupar o dedo. "Entre o dedo e a chupeta, de imediato, é melhor deixar a criança com o dedo, pois pelo menos não traz tantas complicações ortodônticas e infecções", afirma o especialista da SBP. Caso a criança não queira largar o dedo, ofereça mordedores, pois eles não viciam, por não envolver o mecanismo de sucção.
No quesito desenvolvimento infantil,chupeta é sinônimo de polêmica. Muitas crenças estão envolvidas no uso deste acessório: ela poderia reforçar a musculatura da boca do neném, acalmá-lo e até "ensinar" a sugar melhor o peito da mãe. Ela tornou-se algo cultural: as bonecas vêm com chupetas e algumas só param de chorar se o pedaço de plástico for encaixado em sua boca.
O pediatra Luciano Borges, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), desaconselha absolutamente esse acessório. "Durante séculos os bebês viveram sem chupetas e viveram bem. Algo que não é natural, não pode fazer bem às crianças", afirma o médico. Um dos grandes problemas se dá para a mãe: o movimento de sucção necessário para pegar a chupeta é diferente do movimento para sugar o peito. Isso pode causar uma "confusão de bico", na qual o bebê acaba sugando o seio de forma errada, podendo causar até fissuras no seio e correndo o risco de retirar menos leite do que necessita. "Muitas mães chegam aos consultórios dizendo que acham que seu leite está fraco e que o bebê vive faminto quando, na verdade, ele está sugando o leite inadequadamente", diz o especialista.
Além disso, o ato de chupar a chupeta pode fazer a criança engolir mais ar, causando gases e cólicas, ou uma infecção devido a germes na chupeta, que estão lá mesmo que ela seja limpa. "Há inclusive estudos que mostram que o plástico das chupetas poderia aumentar as chances de câncer", completa o médico. Outro fator negativo são os problemas ortodônticos que a chupeta pode causar: a arcada dentária se fecha, devido à subida do palato (empurrado pelo bico), ou os dentes ficam abertos, a boca seca, por conta da entrada constante de ar, facilitando o surgimento de cáries e o ar que entra pela boca contém mais impurezas, pois não é filtrado como aquele que entra pelo nariz, o que pode causar laringite, rinite ou sinusite. E esses deslocamentos dos dentes podem ainda causar problemas na fala.
Existe a crença de que a chupeta acalma o bebê. Isso também é mito, segundo o pediatra. "O bebê para de chorar, porque está entretido com a sucção, mas muitas outras coisas acalmam, como por exemplo, os doces, e não é por isso que os pais possam oferecer aos bebês chocolates e balas a todo o momento", afirma Luciano Borges.
Mas, afinal, o que fazer?
Qual é a saída prática para a hora do choro ou birra incontroláveis? Não existe solução prática, bebês exigem máxima atenção e não uma padronização de cuidados do tipo: "está chorando? Dá a chupeta que melhora!", diz o pediatra. Nos complicados casos de cólicas, vale tentar mudar a posição em que o bebê está deitado ou fazer o exercício de mexer suas perninhas em movimento de bicicleta. Amamadeira pode trazer os mesmos prejuízos, sendo assim, logo após parar de amamentar a criança (idealmente por volta dos dois anos) os pais devem oferecer o copo, no lugar das mamadeiras.
Muitos pais dão a chupeta quando o bebê está viciado em chupar o dedo. "Entre o dedo e a chupeta, de imediato, é melhor deixar a criança com o dedo, pois pelo menos não traz tantas complicações ortodônticas e infecções", afirma o especialista da SBP. Caso a criança não queira largar o dedo, ofereça mordedores, pois eles não viciam, por não envolver o mecanismo de sucção.
Benefícios do Parto Natural
Para o bebê: Ele nasce na hora certa, a não ser nos casos de prematuros. Existem várias evidências e especulações de que o trabalho de parto não é meramente uma atitude física de expulsão do bebê, e sim uma alteração de padrão hormonal em que há liberação de hormônios pela mãe e bebê que sinalizam que o momento de nascer está chegando. Outro beneficio é que o tórax do bebê é comprimido ao passar pelo canal de parto, o que faz com que ele expulse secreções das vias respiratórias, tornando-o mais adaptado a respirar.
Para a mãe: Além do aspecto psicológico, da satisfação da mulher em poder dar à luz, a recuperação é mais rápida e são menores as chances de complicações após o procedimento, como sangramentos ou infecções, por exemplo.
Para a mãe: Além do aspecto psicológico, da satisfação da mulher em poder dar à luz, a recuperação é mais rápida e são menores as chances de complicações após o procedimento, como sangramentos ou infecções, por exemplo.
Riscos da cesárea agendada
Pesquisa americana mostra que crianças que nascem antes de 39 semanas de gestação podem sofrer com problemas respiratórios .
Revista Crescer – Ana Paula Pontes
O parto cesárea agendado antes de 39 semanas de gestação aumenta a chance de o bebê ter problemas respiratórios. Outros fatores podem levar, ainda, a uma internação da criança na UTI neonatal. Essa é a constatação de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos.
Foram avaliadas 13.258 cesáreas eletivas (quando a cirurgia é agendada sem a paciente estar em trabalho de parto). Destas, 35,8% aconteceram antes de 39 semanas. O resultado mostrou que os bebês nascidos com 37 e 38 semanas apresentaram mais risco de complicações, entre elas problemas respiratórios e hipoglicemia.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a cesárea representa 45% dos partos, contrariando a recomendação da Organização Mundial de Saúde, que é de 15%. “Muitas cirurgias são feitas sem necessidade, apenas por comodismo, tanto dos pais da criança, que querem se organizar melhor, quanto dos médicos, que não precisam desmarcar consultas para realizar um parto a qualquer momento”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês (SP). A situação se agrava ainda mais se houver um erro na idade gestacional, fazendo com que o bebê nasça prematuramente.
Já, se a mãe entra em trabalho de parto e, no meio do caminho, é preciso realizar uma cesárea, o risco de problemas pulmonares é menor. Isso porque, durante o processo, o bebê sofre uma compressão no útero da mãe e, segundo Pupo, há uma série de transformações que acontecem na criança de maneira que ela fica mais preparada para sobreviver fora do útero. “Não se deve interferir num processo natural, a não ser em casos específicos em que há risco de vida para a mãe e o bebê”, enfatiza o ginecologista.
A data provável dos partos é em torno de 40 semanas de gestação. E, se mãe e bebê estiverem bem, esse prazo pode se estender até 42 semanas.
Revista Crescer – Ana Paula Pontes
O parto cesárea agendado antes de 39 semanas de gestação aumenta a chance de o bebê ter problemas respiratórios. Outros fatores podem levar, ainda, a uma internação da criança na UTI neonatal. Essa é a constatação de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos.
Foram avaliadas 13.258 cesáreas eletivas (quando a cirurgia é agendada sem a paciente estar em trabalho de parto). Destas, 35,8% aconteceram antes de 39 semanas. O resultado mostrou que os bebês nascidos com 37 e 38 semanas apresentaram mais risco de complicações, entre elas problemas respiratórios e hipoglicemia.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a cesárea representa 45% dos partos, contrariando a recomendação da Organização Mundial de Saúde, que é de 15%. “Muitas cirurgias são feitas sem necessidade, apenas por comodismo, tanto dos pais da criança, que querem se organizar melhor, quanto dos médicos, que não precisam desmarcar consultas para realizar um parto a qualquer momento”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês (SP). A situação se agrava ainda mais se houver um erro na idade gestacional, fazendo com que o bebê nasça prematuramente.
Já, se a mãe entra em trabalho de parto e, no meio do caminho, é preciso realizar uma cesárea, o risco de problemas pulmonares é menor. Isso porque, durante o processo, o bebê sofre uma compressão no útero da mãe e, segundo Pupo, há uma série de transformações que acontecem na criança de maneira que ela fica mais preparada para sobreviver fora do útero. “Não se deve interferir num processo natural, a não ser em casos específicos em que há risco de vida para a mãe e o bebê”, enfatiza o ginecologista.
A data provável dos partos é em torno de 40 semanas de gestação. E, se mãe e bebê estiverem bem, esse prazo pode se estender até 42 semanas.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Direitos da Parturiente
Muitas meninas não tiveram acompanhantes, imprima seus direitos e leve ao hospital caso queiram barrar a entrada do mesmo! Tem hospitais que não adianta levar seus direitos que eles barram mesmo sabendo que é LEI, mas não custa, né?
Vamos lá então...
Direitos da parturiente:
Nenhum hospital, maternidade ou casa de parto pode recusar um atendimento de parto já que é considerado uma situação de urgência. A parturiente só pode ser transferida para outro local se os profissionais da saúde a examinarem e houver tempo suficiente para que chegue no local onde a vaga e garantia de atendimento estiverem confirmadas.
Quando já estiver internada e no trabalho de parto, a mamãe deve ter todas as suas queixas e reclamações ouvidas e dúvidas esclarecidas. Ninguém, isso inclui a equipe do hospital e acompanhante, tem o direito de intimidá-la ou recriminá-la quando gritar, chorar de dor, seja também por qualquer outro motivo. É uma reação normal que toda mulher tem o direito de ter.
As roupas usadas pela mamãe devem ser confortáveis e que não tragam nenhum constrangimento. A mulher à espera de dar à luz também tem o direito de ter um acompanhante na hora do parto de sua própria escolha. O melhor é conversar sobre isto antes do parto.
Converse com a equipe sobre a necessidade de lavagem intestinal e raspagem dos pêlos pubianos, isso nem sempre é necessário, assim como o soro com medicamentos para indução do parto. Esse soro só é necessário em ocasiões especiais. O melhor é pedir explicações sobre todos os procedimentos feitos pela equipe do hospital e estes devem fornecer, pois também é um direito.
Se a mamãe quiser, poderá ingerir líquidos durante o trabalho de parto. A equipe hospitalar indicará a hora de fazer jejum.
Na hora do parto, a dor aparece e cada mulher sente essa dor de maneiras diferentes. Umas acham suportável e agüentam um parto sem anestesia, outras não toleram e podem pedir a aplicação de anestesia.
Nem sempre é necessária a episiotomia (corte feito no períneo para aumentar a passagem do bebê e evitar o rompimento da pele da vagina). Pergunte ao médico se no seu caso a episiotomia realmente é imprescindível.
Caso precise de um parto cesárea, é importante que a mulher saiba os motivos da necessidade desta cirurgia. Esse parto só deve ser realizado quando for para o bem da sua saúde ou do bebê.
Depois do parto, a mamãe tem o direito de ter o bebê ao seu lado no Alojamento Conjunto e de amamentar em livre demanda. A separação só precisa ser feia se um dos dois necessitar de cuidados especiais.
Tem direito também de receber informações sobre a amamentação e suas vantagens tanto para você quanto para o bebê. No momento da alta, você deve sair com orientações sobre quando e onde deverá fazer a consulta de pós-parto e do controle do bebê.
Em todo procedimento realizado ou solicitado, a mamãe tem o direito de ser informada com palavras simples sobre os motivos da conduta. E ela tem o direito de escolha quando qualquer procedimento tenha mais de uma opção para ser realizado.
Caso não seja bem atendida em qualquer momento do seu parto, a recomendação é procurar a gerência do serviço de saúde e relatar sua queixa.
Não só a mamãe, mas o papai também tem direitos nos serviços de saúde. Tem o direito de ser reconhecido como pai e não como visita na época do parto, tendo acesso facilitado para acompanhar a mamãe e o bebê a qualquer hora do dia.
Também tem direito de ir à consulta pós-parto da mulher para receber informações e orientações sobre contracepção e prevenção de doenças transmitidas em relação sexual. A participação do pai durante a gravidez, parto e pós-parto é um dever que deve ser exercido.
Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005
Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Espero ter ajudado quanto a isso também! :D
Vamos lá então...
Direitos da parturiente:
Nenhum hospital, maternidade ou casa de parto pode recusar um atendimento de parto já que é considerado uma situação de urgência. A parturiente só pode ser transferida para outro local se os profissionais da saúde a examinarem e houver tempo suficiente para que chegue no local onde a vaga e garantia de atendimento estiverem confirmadas.
Quando já estiver internada e no trabalho de parto, a mamãe deve ter todas as suas queixas e reclamações ouvidas e dúvidas esclarecidas. Ninguém, isso inclui a equipe do hospital e acompanhante, tem o direito de intimidá-la ou recriminá-la quando gritar, chorar de dor, seja também por qualquer outro motivo. É uma reação normal que toda mulher tem o direito de ter.
As roupas usadas pela mamãe devem ser confortáveis e que não tragam nenhum constrangimento. A mulher à espera de dar à luz também tem o direito de ter um acompanhante na hora do parto de sua própria escolha. O melhor é conversar sobre isto antes do parto.
Converse com a equipe sobre a necessidade de lavagem intestinal e raspagem dos pêlos pubianos, isso nem sempre é necessário, assim como o soro com medicamentos para indução do parto. Esse soro só é necessário em ocasiões especiais. O melhor é pedir explicações sobre todos os procedimentos feitos pela equipe do hospital e estes devem fornecer, pois também é um direito.
Se a mamãe quiser, poderá ingerir líquidos durante o trabalho de parto. A equipe hospitalar indicará a hora de fazer jejum.
Na hora do parto, a dor aparece e cada mulher sente essa dor de maneiras diferentes. Umas acham suportável e agüentam um parto sem anestesia, outras não toleram e podem pedir a aplicação de anestesia.
Nem sempre é necessária a episiotomia (corte feito no períneo para aumentar a passagem do bebê e evitar o rompimento da pele da vagina). Pergunte ao médico se no seu caso a episiotomia realmente é imprescindível.
Caso precise de um parto cesárea, é importante que a mulher saiba os motivos da necessidade desta cirurgia. Esse parto só deve ser realizado quando for para o bem da sua saúde ou do bebê.
Depois do parto, a mamãe tem o direito de ter o bebê ao seu lado no Alojamento Conjunto e de amamentar em livre demanda. A separação só precisa ser feia se um dos dois necessitar de cuidados especiais.
Tem direito também de receber informações sobre a amamentação e suas vantagens tanto para você quanto para o bebê. No momento da alta, você deve sair com orientações sobre quando e onde deverá fazer a consulta de pós-parto e do controle do bebê.
Em todo procedimento realizado ou solicitado, a mamãe tem o direito de ser informada com palavras simples sobre os motivos da conduta. E ela tem o direito de escolha quando qualquer procedimento tenha mais de uma opção para ser realizado.
Caso não seja bem atendida em qualquer momento do seu parto, a recomendação é procurar a gerência do serviço de saúde e relatar sua queixa.
Não só a mamãe, mas o papai também tem direitos nos serviços de saúde. Tem o direito de ser reconhecido como pai e não como visita na época do parto, tendo acesso facilitado para acompanhar a mamãe e o bebê a qualquer hora do dia.
Também tem direito de ir à consulta pós-parto da mulher para receber informações e orientações sobre contracepção e prevenção de doenças transmitidas em relação sexual. A participação do pai durante a gravidez, parto e pós-parto é um dever que deve ser exercido.
Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005
Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Espero ter ajudado quanto a isso também! :D
Cuidados especiais com os bebês
Uma menina postou na MAG e achei interessante postar aqui.
Que roupa usar?
Criança precisa brincar, se movimentar e explorar o mundo que está à sua volta. Para que isso aconteça de forma prazerosa, as roupas devem ser confortáveis. Nada de roupinhas justas ou pesadas, que volta em meia surgem na moda. O tecido deve ser natural e de preferência 100% algodão para que o risco de alergias seja menor.
Dos seis meses ao primeiro ano do seu filhinho, naquele período em que o bebê começa a se aventurar sobre os pezinhos, o ideal são as meias antiderrapantes e macacãozinhos, que não deixam que a barriguinha encoste no chão frio, evitando também o risco de escorregar, algo comum nessa fase. As roupas devem ser sempre simples, sem botões e enfeites demais onde o bebê pode levá-los a boca e engasgar.
Em um país tropical como o nosso, o tempo quente e abafado predomina em mais da metade do ano. Nessas ocasiões de calor intenso, deixe-o com pouca roupa ou apenas de fraldas, de forma que não prenda os movimentos.
Para perceber se a fralda está incomodando o seu nenê
Certifique-se de que sua mão entra por dentro da fralda quando o bebê está deitado. A fralda muito justa pode apertar a barriga da criança, principalmente quando começar a sentar.
á os bebês prematuros normalmente têm dificuldade em manter a temperatura corporal, precisando de maiores atenções com as alterações de clima e temperatura. Se a criança está suando muito ou muito irritada, pode ser sinal de que está com muito calor ou muito agasalhada. Espirros e soluços são sinais de frio.
Em dias de temperatura baixa
No frio, a recomendação fundamental é agasalhar bem o bebê, mas sem que isso impeça seus movimentos, pois é preferível roupa mais quente a cobertores que possam “sufocá-lo”.
Quer uma dica legal para agasalhar seu filho na hora de dormir sem que ele reclame? Crianças acima de 3 anos adoram ouvir histórias e os pijamas podem ser ilustrados com desenhos de que gostem. Mickey, Minie, Cebolinha... heróis não faltam!
Calçados e outros acessórios
Se ainda não tem muita firmeza para andar, é melhor evitar os sapatos de canos altos, que atrapalham a flexibilidade das articulações. A sola deve ser durinha e antiderrapante. Velcro é melhor do que cordões que podem desamarrar e fazer com que a criança tropece. Os calçados devem ser cômodos e adequados ao tamanho dos pés.
Na hora do passeio, deixe a criança descalça para pisar na areia, terra ou cimento, isso ajudará na formação da planta do pé evitando o pé chato. Acima dos três anos, os cuidados são outros. Se ela vai brincar na areia, por exemplo, usar tênis para afastar o perigo das picadas de inseto.
Nada de tiras, gorros ou bonés que saem da cabeça, pois além de atrapalhar a brincadeira, a criança pode querer segurá-lo e acabar se desequilibrando se estiver num brinquedo mais alto do parquinho. Outro perigo é o cachecol que pode enroscar em algum brinquedo e machucar a criança.
Na praia, maiôs e sungas apertados são incômodos. Em festas à fantasia, cuidado com tecidos sintéticos que são quentes, inflamáveis e podem causar irritações. Roupas apertadas inibem a respiração e podem atrapalhar a postura, fazendo com que a criança tenha que se esforçar mais para falar e brincar, causando rouquidão e cansaço.
Roupas confortáveis para grávidas
No período de gestação a pessoa deve sempre se sentir confortável em todos os sentidos para que a sua gravidez fique tranquila e que o bebê nasça com muita saúde.
As roupas que utilizar devem ser roupas leves para dar mais facilidade e acessibilidade para ela, assim ela pode se mover normalmente, jamais utilizar roupas apertadas por que isso pode prejudicar o bebê. Existem lojas que fazem e vendem roupas para grávidas, apenas para elas, assim elas conseguem comprar roupas a vontade, pois estarão se sentindo bem com tal roupa. Procure também utilizar roupas do seu gosto, não precisa seguir a moda. Claro que existem as pessoas que querem seguir a moda e seguem.
Mas não é necessário. Se gostar de utilizar calças jeans, cuidado com o número que for usar, lembre se que você é uma pessoa grávida e que tem alguém dentro de você que precisa de espaço para crescer corretamente. As camisetas e baby looks podem ser a gosto, mas nada apertado também e o seu sapato muito menos, pois nessa época o pé tende a inchar, então nada de calçados apertados.
Que roupa usar?
Criança precisa brincar, se movimentar e explorar o mundo que está à sua volta. Para que isso aconteça de forma prazerosa, as roupas devem ser confortáveis. Nada de roupinhas justas ou pesadas, que volta em meia surgem na moda. O tecido deve ser natural e de preferência 100% algodão para que o risco de alergias seja menor.
Dos seis meses ao primeiro ano do seu filhinho, naquele período em que o bebê começa a se aventurar sobre os pezinhos, o ideal são as meias antiderrapantes e macacãozinhos, que não deixam que a barriguinha encoste no chão frio, evitando também o risco de escorregar, algo comum nessa fase. As roupas devem ser sempre simples, sem botões e enfeites demais onde o bebê pode levá-los a boca e engasgar.
Em um país tropical como o nosso, o tempo quente e abafado predomina em mais da metade do ano. Nessas ocasiões de calor intenso, deixe-o com pouca roupa ou apenas de fraldas, de forma que não prenda os movimentos.
Para perceber se a fralda está incomodando o seu nenê
Certifique-se de que sua mão entra por dentro da fralda quando o bebê está deitado. A fralda muito justa pode apertar a barriga da criança, principalmente quando começar a sentar.
á os bebês prematuros normalmente têm dificuldade em manter a temperatura corporal, precisando de maiores atenções com as alterações de clima e temperatura. Se a criança está suando muito ou muito irritada, pode ser sinal de que está com muito calor ou muito agasalhada. Espirros e soluços são sinais de frio.
Em dias de temperatura baixa
No frio, a recomendação fundamental é agasalhar bem o bebê, mas sem que isso impeça seus movimentos, pois é preferível roupa mais quente a cobertores que possam “sufocá-lo”.
Quer uma dica legal para agasalhar seu filho na hora de dormir sem que ele reclame? Crianças acima de 3 anos adoram ouvir histórias e os pijamas podem ser ilustrados com desenhos de que gostem. Mickey, Minie, Cebolinha... heróis não faltam!
Calçados e outros acessórios
Se ainda não tem muita firmeza para andar, é melhor evitar os sapatos de canos altos, que atrapalham a flexibilidade das articulações. A sola deve ser durinha e antiderrapante. Velcro é melhor do que cordões que podem desamarrar e fazer com que a criança tropece. Os calçados devem ser cômodos e adequados ao tamanho dos pés.
Na hora do passeio, deixe a criança descalça para pisar na areia, terra ou cimento, isso ajudará na formação da planta do pé evitando o pé chato. Acima dos três anos, os cuidados são outros. Se ela vai brincar na areia, por exemplo, usar tênis para afastar o perigo das picadas de inseto.
Nada de tiras, gorros ou bonés que saem da cabeça, pois além de atrapalhar a brincadeira, a criança pode querer segurá-lo e acabar se desequilibrando se estiver num brinquedo mais alto do parquinho. Outro perigo é o cachecol que pode enroscar em algum brinquedo e machucar a criança.
Na praia, maiôs e sungas apertados são incômodos. Em festas à fantasia, cuidado com tecidos sintéticos que são quentes, inflamáveis e podem causar irritações. Roupas apertadas inibem a respiração e podem atrapalhar a postura, fazendo com que a criança tenha que se esforçar mais para falar e brincar, causando rouquidão e cansaço.
Roupas confortáveis para grávidas
No período de gestação a pessoa deve sempre se sentir confortável em todos os sentidos para que a sua gravidez fique tranquila e que o bebê nasça com muita saúde.
As roupas que utilizar devem ser roupas leves para dar mais facilidade e acessibilidade para ela, assim ela pode se mover normalmente, jamais utilizar roupas apertadas por que isso pode prejudicar o bebê. Existem lojas que fazem e vendem roupas para grávidas, apenas para elas, assim elas conseguem comprar roupas a vontade, pois estarão se sentindo bem com tal roupa. Procure também utilizar roupas do seu gosto, não precisa seguir a moda. Claro que existem as pessoas que querem seguir a moda e seguem.
Mas não é necessário. Se gostar de utilizar calças jeans, cuidado com o número que for usar, lembre se que você é uma pessoa grávida e que tem alguém dentro de você que precisa de espaço para crescer corretamente. As camisetas e baby looks podem ser a gosto, mas nada apertado também e o seu sapato muito menos, pois nessa época o pé tende a inchar, então nada de calçados apertados.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Doulas?
Já pensou em ter uma doula?
Sabe qual o trabalho delas? Não?
Vou explicar...
O que é?
A doula é uma assistente sem titulação oficial que proporciona informação, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.
E aí? Que tal uma doula?
Confesso que quando tiver meus filhos, quero uma doula!
Sabe qual o trabalho delas? Não?
Vou explicar...
O que é?
A doula é uma assistente sem titulação oficial que proporciona informação, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.
E aí? Que tal uma doula?
Confesso que quando tiver meus filhos, quero uma doula!
AMAmente
Primeira postagem do blog é dicada à amamentação.
É muito importante que a mulher, que deseja amamentar, aprenda o máximo possível sobre amamentação antes do parto, enquanto ainda não está cuidando de uma criança durante todo o dia. Estas dicas podem ajudá-la a conseguir uma amamentação bem-sucedida. Se tiver uma criança em casa, seria legal treinar com ela, assim você já tira suas dúvidas quanto à posição e tudo mais.
Inicie a amamentação o mais breve possível, assim que a criança estiver bem acordada, pois neste momento o instinto de sugar será mais forte. Mesmo que você ainda não esteja produzindo leite, suas mamas contêm o colostro, um líquido fino que possui anticorpos contra doenças.
Posicionamento adequado:
A boca do bebê deve estar bem aberta, e o mamilo (bico do peito) introduzido nela o mais profundamente possível. Isto diminui o desconforto para você.
Amamente sempre que o bebê solicitar!
Sem suplementos:
Bebês amamentados não precisam de chás ou suplementos. Isso pode diminuir a vontade de mamar e causar uma diminuição na produção de leite. Quanto mais o bebê mamar, mais leite será produzido.
Retarde a utilização de bicos artificiais:
É aconselhável aguardar, pelo menos, uma ou duas semanas para oferecer chupetas. Isso evita que a criança fique confusa. Bicos artificiais necessitam de um tipo de sucção diferente dos seus mamilos.
AMAmente!
É muito importante que a mulher, que deseja amamentar, aprenda o máximo possível sobre amamentação antes do parto, enquanto ainda não está cuidando de uma criança durante todo o dia. Estas dicas podem ajudá-la a conseguir uma amamentação bem-sucedida. Se tiver uma criança em casa, seria legal treinar com ela, assim você já tira suas dúvidas quanto à posição e tudo mais.
Inicie a amamentação o mais breve possível, assim que a criança estiver bem acordada, pois neste momento o instinto de sugar será mais forte. Mesmo que você ainda não esteja produzindo leite, suas mamas contêm o colostro, um líquido fino que possui anticorpos contra doenças.
Posicionamento adequado:
A boca do bebê deve estar bem aberta, e o mamilo (bico do peito) introduzido nela o mais profundamente possível. Isto diminui o desconforto para você.
Amamente sempre que o bebê solicitar!
Sem suplementos:
Bebês amamentados não precisam de chás ou suplementos. Isso pode diminuir a vontade de mamar e causar uma diminuição na produção de leite. Quanto mais o bebê mamar, mais leite será produzido.
Retarde a utilização de bicos artificiais:
É aconselhável aguardar, pelo menos, uma ou duas semanas para oferecer chupetas. Isso evita que a criança fique confusa. Bicos artificiais necessitam de um tipo de sucção diferente dos seus mamilos.
AMAmente!
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